sexta-feira, 29 de maio de 2015

ÍNDIGOS,VIOLETA E CRISTAIS



ÍNDIGOS,VIOLETA E CRISTAIS
Mautama

27 de março de 2013

A pesquisa sobre os fenômenos da geração índigo e cristal é parte diária de meus pensamentos, sentimentos e energia. No agora como adulto ÍNDIGO/CRISTAL, pai e educador, considero-me capaz de realizar algumas análises e sínteses sobre o tema, e sinto-me de certa maneira responsável em divulgar e esclarecer as demais consciências quanto a estes fenômenos evolutivos. Este este breve artigo foi escrito no ano de 2010, e é revisado anualmente para facilitar a compreensão destas energias de luz, paz e AMOR. (Revisado em maio de 2015)
A primeira grande consideração que devemos fazer quando nos referimos ao fenômeno Índigo-Cristal, é que estas energias conscienciais que estão se manifestando em nossas crianças representam o próximo passo na nossa evolução como espécie humana.
A segunda é que estas classificações, “índigo, violeta e cristal” são apenas “rótulos” que servem como referência para podermos compreender melhor a missão de cada ser. Ao meu ver, a principal “função” dessa diferença é para que possamos perceber as distintas formas de ação e reação que estas diferentes gerações apresentam.
Analisando o ponto de vista teosófico, a evolução dos seres humanos é dividida em grandes ciclos, representados pelas diversas raças-raiz, representadas em número de sete, cada raça raiz dividida em sete sub-raças.
Os estudiosos da espiritualidade já ouviram por diversas vezes histórias sobre a Lemúria e Atlântida, continentes lendários que foram respectivamente a terra da terceira e quarta raça raiz. Somos a evolução destas raças e atualmente identificamos como a raça Ariana. Os erros de interpretação da doutrina secreta levaram os alemães nazistas a acreditarem que somente eles eram os seres arianos, causando os terrores da guerra e do holocausto.
A humanidade como um todo está vivenciando a transição energética de um novo ciclo evolutivo, conhecido como Nova Era, Era de Aquários e que particularmente chamo de Era Dourada. No auge da transição planetária, representada pelo final do grande ciclo da contagem egípcia do zodíaco de Dendera, e do Calendário dos maias, as consciências sementes da sexta raça-raiz estão sendo ancoradas nas energias de nosso amado planeta.Nós estamos todos, de certa maneira, evoluindo nossas energias caminhando como índigos e violetas, para atingirmos a pureza da manifestação do veículo cristal.
As informações deste artigo são resultado da minha autopesquisa , uma consciência índigo, com pensamento livre dos condicionamentos mentais adquiridos e pronta para receber e expressar as verdades das dimensões superiores. Por este motivo, algumas informações poderão conter certas novidades e pontos de vista expandidos, resultados de pesquisa feitas no Brasil, Bolívia, Peru e Paraguai nos anos de 2008, 2009 e 2010.

Os Índigos

As consciências humanas conhecidas como índigos, representam a evolução dos corpos mais sutis do ser humano, e apresenta basicamente a cor azul índigo em sua aura. Esta representação energética simboliza os membros que ancoram a energia de luz da sexta sub-raça da raça ariana. Assim como no final da Era Atlante, os índigos vieram lideram a transição para a nova era.
Noé pode ser reconhecido como um grande índigo, membro da sexta sub-raça Atlante, preparando seus filhos violeta para plantarem as sementes cristal da raça ariana. Como numa escala musical, ao atingir a oitava de luz, ocorre um salto evolutivo, uma transição que implementa definitivamente uma raça mais evoluída.
A missão principal das consciências índigo é libertar a humanidade dos condicionamentos das velhas energias, já ultrapassadas em nosso legado evolutivo, e que são utilizadas conscientemente por seres de esferas menos evoluídas para manipular e escravizar os seres humanos.
Os índigos poderiam ser comparados o aspecto “Shiva” da trindade indiana, o lado “destruidor” de Deus, que causa a destruição daquilo que é velho para o surgimento do que é novo.
Alguns traços que facilitam a identificação das consciências índigo:

– Aura fortemente azul índigo, representando todas as potencialidades do Ajna chacra, conhecido como terceira visão, apresentando os dons de clarividência, telepatia, comunicação extrafísica;

– Seres muito espiritualizados e com grande necessidade de expansão da consciência. (Este traço é muito importante, e quando não observado com carinho pode levar o índigo a buscar a expansão da consciência pelas drogas.);

– Normalmente apresentam características que podem ser mal interpretadas pelos médicos e psicólogos, sendo muitas vezes rotulados e medicados erroneamente classificados com diagnósticos psiquiátricos de Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade (TDAH) ou Transtorno do Déficit de Atenção (TDA);

– Energia de guerreiro da luz, com grandes virtudes como autoconfiança, coragem e determinação;

– Filósofos natos, apresentam grande interesse pela busca da sabedoria;

– Amantes das artes, trabalham as artes para a expansão da consciência planetária;

– Líderes das reformas sociais, políticas, educacionais, ambientais e espirituais na Era Dourada;

– Os índigos foram os primeiros a receberem grande impacto negativo através do parto, com cesariana e procedimentos médicos (princípios masculinos).Neste caso o impacto é geralmente associado ao uso de drogas, substâncias enteógenas e expressões de rebeldia.

– Encarnam no planeta há muito tempo, porém começaram a nascer massivamente a partir de 1980

– Dificuldades para aceitar hierarquias e ordens impositivas, a não ser que estas sejam representações de justiça e amor;

Os Violetas

Existe uma variação energética para as consciências índigos, que são os transmutadores, mensageiros da paz, e que representam a transição final da raça ariana. Os irmãos violeta são basicamente iluminados pela chama violeta, representada fortemente em suas auras. Estes seres maravilhosos representam a sétima sub-raça da raça Ariana, e vimos estas consciências manifestas nos dversos avatares que encarnaram no planeta. Krishna, Buda, Jesus e vários outros iluminados nasceram emanando a energia da chama violeta. Esta representação energética normalmente é escolhida pelos seres mais evoluídos com tarefas de transformação coletiva, no nível planetário. Teoricamente, para que esta energia seja ancorada, as consciências que encarnam neste nível evolutivo já transmutaram pelo menos 51% de seus débitos cármicos, nascendo como consciências despertas, plenamente preparadas para cumprirem seus propósitos cósmicos de evolução.
A primeira vez que ouvi falar sobre as consciências violetas foi através de uma criança cristal de 10 anos. Eu nunca havia lido nada a respeito. A menina que chamarei aqui de “Lu”, assistiu uma de minhas palestras sobre crianças índigo e cristal, e após o término da atividade me abordou dizendo:
– Você não é índigo Mautama.
Surpreso, respondi:
– Ah é, o que sou então?
– Violeta! Eu sei por que vi a cor de sua aura durante sua palestra. Eu e minha amiga conseguimos ver a cor da aura das pessoas, e sua é bem violeta, ela só fica mais azul quando você está falando mais “bravo”…
Estas são algumas observações do resultado das interações diretas com as crianças índigo e cristal, e que mostraram esta realidade evolutiva de perdão e transformação. Os violetas começaram a nascer massivamente a partir de 1992. As consciências violeta são pacificadoras, com plena sabedoria dos poderes da mente humana, e trazem em suas atitudes e vivências os princípios de cosmoética e universalismo.



A missão principal das consciências violeta é curar e transmutar as energias de baixa vibração, já ultrapassadas em nosso legado evolutivo, e utilizar conscientemente seus incríveis dons de amor e reconstrução.
Traços que facilitam a identificação das consciências violeta:

– Aura fortemente violeta, representando todas as potencialidades do chacra coronário, o lótus de mil pétalas, apresentando os dons de consciência cósmica, transmutação e conexão com o veículo cristal;

– Seres muito espiritualizados e com grande afinidade com as energias mais sutis. Reconhece e trabalham com as energias elementais, minerais, vegetais e animais.

– Assim como os índigos podem ser mal interpretadas pelos médicos e psicólogos, sendo muitas vezes rotulados e medicados erroneamente lassificados com diagnósticos psiquiátricos de Transtorno do Déficit de Atenção com HiperAtividade (TDAH) ou Transtorno do Déficit de Atenção (TDA);

– Energia de mensageiros da paz e magos do amor, com grandes virtudes como perdão, compaixão e amor incondicional;

– Líderes de cura e purificação, responsáveis pela transmutação energética do planeta;

– Tem forte ligação com a natureza, com os animais, plantas e gostam de viajar aos locais sagrados onde existem vórtices de energia;

– Muitas vezes os seres de frequência violeta somatizam as energias densas que estão a transmutar. Geralmente são intolerantes ao glúten, lactose e derivados de animais. Para serem saudáveis devem adotar uma dieta vegana, preferencialmente com alimentos orgânicos e crus;

– Algumas enfermidades mais sérias como câncer, paralisia infantil, doenças congênitas etc, podem ser sinais de uma ação transmutativa dos carmas de mais membros da família;

– Necessitam estar em sintonia com as práticas espirituais com os elementos, terra, água, fogo, ar e silêncio para manterem o equilíbrio entre seus pensamentos, que oscilam entre as dimensões superiores e o mundo material;

– Precisam estar sozinhos por um tempo para sentirem-se mais conectados com a vida e seu propósito na matéria;

– Os violetas que nascem por cesariana apresentam muitos comportamentos semelhantes aos dos índigos, e quando nascem em parto normal tendem a se tornarem poderosos terapeutas;

– Encarnam no planeta há muito tempo, porém começaram a nascer massivamente a partir de 1992;

As Crianças Cristal

Conviver com estes seres de luz é a verdadeira benção concedida aos seres humanos no fim deste grande ciclo. O amor, pureza, luz e paz destas crianças são a nossa certeza que o planeta será totalmente curado e recuperado, e que a Era Dourada realmente será uma era abençoada com uma fraternidade universalista.
Normalmente com olhos grandes e penetrantes que representam seu poder de ver além dos véus e cabeças mais alongadas para captar toda a sabedoria cósmica. Assim como os índigos e violetas existem seres cristais jovens, e alguns adultos que vieram testar as vibrações do planeta, para confirmar que Gaia estava vibratoriamente preparada para ancorar a energia do veículo cristal.
Os cristais trabalham coletivamente e são integrados em uma consciência unificada, sendo os homo sapiens noosfericos, citados por Valum Votam no Calendário da Paz. Esta representação energética também representa o inconsciente coletivo de Carl Jung e as demais explicações arquetípicas para explicar a função coletiva da consciência planetária, conhecida como noosfera.
Podemos compreender os nossos lindos irmãozinhos cristal como sendo os primeiros membros da sexta grande raça-raiz. Eles são a oitava de luz, a nova energia que permite a conexão com o novo ciclo evolutivo que a humanidade irá vivenciar durante os próximos milênios.
A missão principal dos Cristais é curar e reconstruir a sociedade humana, completamente integrada em uma consciência planetária unitária, onde o amor, respeito, paz e abundância são constantes universais nas relações humanas e com a natureza.
Traços que facilitam a identificação das consciências cristal:

– Aura translúcida ou fortemente colorida, com cores vivas e expandidas, representando todas as potencialidades do ser crístico, alinhado com as dimensões superiores, apresentando os dons de consciência cósmica, e realização de qualquer milagre;

– As consciências cristais funcionam como uma consciência de grupo em vez de individuais, e vivem pela “Lei da Unidade” ou Consciência de Unidade.

– São consideradas como seres mais ligados, mais comunicativos, carinhosos e amorosos;

– Assim como os índigos e violetas, os cristais podem ser mal interpretadas pelos médicos e psicólogos, sendo muitas vezes rotulados e medicados erroneamente, classificados com diagnósticos principalmente o autismo;

– Seus discursos e ensinamentos são extremamente filosóficos e espiritualistas, ensinando o amor, a cosmoética e universalismo;
– Possuem dons espirituais jamais presenciados pela raça ariana. São caridosos, abraçam e preocupam-se com pessoas carentes, cuidando também dos animais e plantas com o mesmo amor.

– Tem maior controle sobre as energias conscienciais que os índigos e violeta, e as vezes podem apresentar comportamentos agressivos se estiverem em ambientes impróprios.

– Apresentam um silêncio amoroso, e comunicam-se mentalmente, em alguns casos começam a falar depois de 2 a 3 anos de idade;

– São vegetarianos natos, preferindo furtas, verduras e produtos naturais, evitam até mesmo certos doces e refrigerantes.

– Normalmente escolhem pais índigos ou violetas, e procuram encarnar em famílias onde reina o AMOR. Gostam de serem “convidados” para nascer;

– A maioria dos cristais nasce de parte normal, escolhendo preferencialmente encarnar em situações que permitam o parto humanizado;

– Encarnam no planeta há muito tempo, porém começaram a nascer massivamente a partir de 2004;

Existem muito mais detalhes e características que podem nos ajudar a compreender melhor estas gerações, mas somente nossa experiência direta com estas realidades é que irá nos trazer benefícios com este saber. Sejamos lúcidos sobre quem somos, o que sentimos e especialmente sobre a forma com que educamos nossos filhos e demais crianças, sementes do futuro, queridos seres índigos, violeta e cristal. Existem outras “classificações” como crianças diamante, arco-íris, douradas, esmeraldas, etc. e estas são mais algumas das formas de interpretar as diferentes missões das consciências aqui na terra. Agradeço à todos que enviam perguntas, sugestões, depoimentos e histórias sobre essas incríveis crianças. Você pode escrever para mautama@liderdeouro.com.br caso queira compartilhar alguma experiência ou realizar alguma pergunta, é sempre um prazer estudar e aprender mais sobre o assunto.

Gratidão, paz e AMOR,

Mautama Krishnarabi

quinta-feira, 28 de maio de 2015

OS ELOHIM - COMO OS IRMÃOS EXTRATERRESTRES SE APROXIMARÃO DA HUMANIDADE?


OS ELOHIM - COMO OS IRMÃOS EXTRATERRESTRES SE APROXIMARÃO DA HUMANIDADE?
Os Elohim
através de Vinícius Francis
27.05.2015


Pergunta: Há uma expectativa enorme acerca da aproximação dos extraterrestres e de um contato direto dos mesmos com a humanidade. E existe uma grande expectativa das pessoas com relação a isso. Eu gostaria que vocês falassem a respeito de como se dará esse contato, se de fato ele realmente ocorrer conforme anunciado em tantos blogs e mensagens.

Elohim: Perfeitas são as obras do Criador e sublime é o seu fluir no Universo. Cada forma de vida é uma expressão única e rica do poder da fonte, que traduz a sua essência em incontáveis formas. Em todo canto do Universo há vida. Para cada situação e condição da realidade do Universo Ele expandiu sua energia a fim de criar em todos os lugares uma forma de vida. Porque, sendo Ele a própria vida sua satisfação está em manifestar-se. E a vida o faz de formas incríveis, imprevisíveis e apreciáveis.


A vida não tem uma forma única de se expressar, nem condições determinadas num ambiente para que possa traduzir a sua essência. Ela não precisa de meios para se manifestar, pois o seu sopro vital não somente carrega consigo o dom da existência como cria todas as condições para que ele “seja” de forma perfeita. O Criador é doador de vida, bem como de todos os meios para que ela se manifeste.

Mesmo onde vossas mentes analisariam como sendo inóspito à vida, ali, naquele lugar em que aparentemente ela não poderia se expressar, estejam certos, ela o faz.

A vida encontra todos os meios. Em todos os lugares do cosmos a vida existe e não há um só lugar em que ela não desejou se manifestar. A forma é que muda, a consciência e a condição da expressão da vida é que mudam. E dentro desse tapete vivo, cujas centelhas são incontáveis, mas levando, cada uma, a sua própria expressão, única, individual, ímpar, todos vocês estão neste momento.

E queremos que saibam disso antes que respondamos à pergunta. Em tudo o que podem ver existe vida. Porque sendo tudo arquitetado perfeitamente por ela mesma, seria contraditório se porventura ela não quisesse se manifestar, seja em que local fosse.

E falando dentro de vossa linguagem, vocês estão cercados de “irmãos”, por todos os lados. Seja ao vosso lado, compartilhando convosco a expressão densa e sólida da essência não física em diversas formas ou em outros contextos de realidades. Umas não são físicas, outras são e interagem com vosso orbe na mesma faixa de existência, no que vocês chamam e mundos paralelos.

Isso achamos formidável, a vida não somente se expressou em todo local do Universo de forma rica e extremamente criativa, como também se encarregou de se expressar numa mesma faixa de existência várias vezes.

Numa única realidade existem várias dimensões. E todas habitam no mesmo Universo, próximas, mas não se tocam. E cada uma vive conforme a sua realidade, sem interferir no processo uma da outra, pelo menos não de forma direta. E o Criador que traduz a si mesmo de maneira esplêndida e rica vos colocou num cenário cósmico onde nem por um só instante estão sós.

Existem muitas formas de vida que habitam junto convosco nesse mundo e, como dissemos, esses que compartilham a mesma linha de existência onde a Terra se encontra são físicos e não físicos também. E todos estão aí, convosco, nesse exato momento. Mas vocês não podem ver, porque não estão na mesma faixa, mas eles estão aí. E dizemos tudo isso para que reflitam sobre a pergunta e o assunto levantado nela.

Se realmente refletissem com base no que estamos conversando com vocês jamais perguntariam: Quando “eles” se aproximarão de nós? E para isso dizemos: Eles sempre estiveram aí.

Nunca, em momento nenhum, houve uma separação. Seria como se vocês questionassem a respeito de vosso vizinho, que mora ao vosso lado, de quem talvez desejem se aproximar. Ele está bem perto, certo? Ele sempre está ali. E se desejam se relacionar com ele, por que não iniciam uma aproximação? O universo é como um bairro, vocês estão em suas casas e os que vocês chamam de “irmãos” estão nas deles.

E não estão longe de vocês, eles estão aí, e sempre estiveram aí, o tempo todo.

A pergunta vossa é: Quando eles se aproximarão e contatarão conosco?

E nós respondemos com outra pergunta: O que é isto que está acontecendo aqui? Acaso não somos energias não físicas, chamadas por vocês de extraterrestres, que neste momento estão fluindo através de um canal receptor? Não seria um contato alienígena, dentro de vossa linguagem, o que ocorre agora? Essa conversa é fruto de uma aproximação, de um contato, de energias oriundas de outras dimensões.

E nos perguntam quando nos aproximaremos e nos apresentaremos a vocês formalmente? Amados, estamos fazendo isso há milênios, no entanto, muitos de vocês ainda não se deram conta. Mas vamos explicar, dando um exemplo, o porquê a ficha não quer cair na mente de muitos humanos acerca do assunto:

Suponhamos que vocês queiram se relacionar com um pássaro. E quando vocês desejam fazer isso, não esperam que ele aja como vocês, ou seja, não esperam que ele fale a vossa língua, que ele se comporte como vocês e converse convosco assim como outro ser humano o faria. Porque compreendem que as realidade são distintas.

Embora possam interagir, a consciência de cada um é polarizada numa determinada frequência. E sabendo disso, não esperam que o pássaro se comporte como um humano. Antes, interagem com ele na expectativa de que o mesmo agirá como pássaro e se conformam com isso. E mais, em momento nenhum vocês esperam dele algo mais, em momento nenhum a interação deixa de ocorrer por conta dessa diferença de natureza entre os envolvidos, não é mesmo?

Estranho seria se vocês esperassem um pássaro se aproximar e interagir convosco da mesma forma que vocês o fazem com outros humanos. Estranho seria vocês insistirem ao pássaro para que se apresente e que se relacione convosco como um ser humano. E seria estranho porque vocês estão conscientes de que ele é um pássaro e que deve se comportar como tal.

No entanto, transferindo isso para o assunto da pergunta, vocês esperam que os “de fora” se comportem exatamente como vocês e sigam a vossa linha de consciência. Por que não agem com eles da mesma forma que agiriam com um pássaro, no sentido de compreender as diferenças de consciências? Por que não tentam se relacionar com vossos “irmãos de fora” conscientes de que eles não são humanos como vocês?

Visto que não agem e não se comportam como vocês. São de realidades diferentes. E o primeiro passo para uma relação promissora é o respeito. Respeitando as condições de consciência de cada um a relação poderá fluir. Tentem forçar e nada ocorrerá.

O contato, conforme os limites e diferenças entre as consciências e seu expressar, já tem ocorrido desde sempre. Não somos físicos como vocês, provavelmente não sentaremos em mesas com vocês na Terra e tomaremos refeições convosco. No entanto, da maneira possível e dentro do fluir cósmico da essência de todos nós que não somos físicos prometemos que interagiremos com vocês.

O que faz com que Vinícius interaja natural e livremente conosco é justamente ele não esperar que nos comportemos como ele, é justamente o fato de ele compreender que a maneira pela qual nos aproximamos é única e conforme o possível dentro do que explicamos aqui a vocês. E ele não nos sente separados e distantes apenas porque não podemos ser com ele o que outro ser humano poderia. Contudo, a interação existe, ela é possível. O contato existe, ele é possível. A aproximação existe, ela é possível.

Por isso, se desejam se aproximar dos que “são de fora”, tentem fazer isso reconhecendo que eles são de outra natureza e procurem o caminho de melhor fluxo para que a troca possa ocorrer. Procurem o meio através do qual esse contato possa acontecer de forma harmônica, respeitando a natureza de ambos os lados.

Há uma descrença no anseio de enxergar as naves e tocá-las com as mãos. Porque há uma tendência humana (na desconexão com a fonte) de necessitar ver para crer. E a lei opera justamente no oposto disso.

Isso é divino. E se o homem de vosso tempo estivesse aberto a essa compreensão e visão de contato extraterreno já teríamos nos aproximado há muito mais tempo de um número muito maior de pessoas.

A questão é que a maioria espera que ajamos como ela age. A maioria espera ver lá fora a mesma coisa que vê na Terra e afirmamos: Vocês não verão. Porque a realidade de outros mundos e consciências não é a mesma da vossa. No entanto, frisamos, nenhuma diferença, seja de qual tipo for, pode impedir a aproximação e o contato, absolutamente nenhuma.

Pedimos somente que façam isso da forma que for possível a cada consciência, no tocante à interação convosco. E se estiverem abertos nos aproximaremos, se estiverem abertos e compreenderem como nosso contato pode se realizar de forma fácil e fluente falaremos com vocês com uma fluência tão grande que chegarão a pensar que dividimos o mesmo orbe. E nessa troca vos daremos muito mais de quem somos e vocês nos darão muito mais de quem vocês são.

E quanto mais rica for essa troca mais benéfica será para o vosso mundo. Sim, podemos vos dar soluções para muitos dos problemas que sofrem e de fato, é isso o que fazemos há anos através dos canais (canalizadores). Abriremos-vos horizontes de um novo mundo e com nossa orientação vocês poderão construir uma Terra com tudo o que desejam ver sobre ela.

Sabemos que é isso que muitos esperam dos que estão lá fora e que são mais expandidos em consciência do que vocês, atualmente. Muitos querem que nos aproximemos para ajudar a transformar o vosso mundo. Porém, não queremos que nos enxerguem como a solução e sim como um canal para ela. A solução está em trilhar o caminho que ensinamos a vocês, porque não podemos criar em vosso lugar. Somente com vocês, o que é diferente.

No entanto, essa maioria que pede isso, que anseia por isso, ainda não abriu os olhos para ver que já chegamos, que já estamos convosco e que grandes legiões fraternas (como vocês nomeiam) já desceram suas naves, já se fazem presentes e têm em seu poder muitos dos recursos que os humanos (principalmente os ansiosos) desejam ver se manifestar. E, praticamente, todas as respostas que vocês vivem procurando e projetos para a resolução dos infortúnios que atravessam atualmente no globo.

E tudo o que falta agora é que abram os olhos para ver e que como no exemplo do pássaro compreendam a nossa forma de interação, que a respeitem para que então ela possa fluir e fluir até que enfim, não haja mais separações entre o que é físico e o que não é físico.

Pois dizemos, se aceitarem que no momento temos uma forma específica, que não é bem a que esperam, de nos comunicar com vocês, se abrirão e se tornarão positivos e cada vez mais puros e permissivos até que chegue um momento em que nosso alinhamento romperá todos os limites das realidades e consciências para que nossa interação seja, de fato, como sonham. É uma promessa.

No entanto, querem as soluções para os problemas do mundo?
Sim, nós temos, vocês pediram e nós estamos aqui para vos dar todas elas.

E pedimos que venham, que venham em nossa direção para que possam contemplá-las e possuí-las. Nós já estamos aqui, abram os olhos de vossa alma para nos enxergar. Querem fazer parte da nossa sociedade justa onde todos têm direito a tudo? Então venham!

Abram-se a isso, sejam positivos, sejam felizes, larguem as desculpas, larguem as resistências e vivam em conformidade com a essência plena e feliz de vosso Eu interior. E fazendo isso ingressarão em nossa sociedade. Farão parte dela e receberão todos os benefícios que existem aqui para vocês, que já existem aqui para todos vocês.

Mas para isso precisam se alinhar e dizemos assertivamente: Não há outro caminho. Nós (do não físico) já chegamos, não viremos ainda, já estamos aqui. E agora batemos à porta. Não fiquem simplesmente olhando para o céu aguardando uma frota de naves, cujo bailar vos impactará os olhos físicos, antes, fechem os olhos físicos, abram os olhos de vossa alma e verão que já estamos com vocês e assim, conforme a permissão e abertura, nos manifestaremos.

E mais, além de abrir os olhos, abram vossa vibração para o Bem e entendam que o mundo justo e feliz já existe e já chegou para aqueles que o receberam. Não feriremos as leis, por isso vos convidamos e desejamos que aceitem o nosso convite.

Simplesmente se abram e viverão agora o que tanto anseiam e ao fazerem assim descobrirão que o novo mundo onde não há os flagelos da ignorância já existe, mas será real somente para os que aceitarem o convite de serem felizes e de vibrar positivamente. Porque é na positividade que estamos e que toda a sociedade não física repleta das ricas soluções, se encontra.

Então, venham para cá e assim verão que nós já estamos convosco.

Haja Luz!



Por favor, respeite todos os créditos ao compartilhar
http://stelalecocq.blogspot.com/2015/05/os-elohim-como-os-irmaos.html
Fonte: Os Filhos da Alva

quarta-feira, 27 de maio de 2015

SATHYA SAI BABA - 26.05.2015

Há três aspectos nos seres humanos chamados Mala, Vikshepa e Avarana. Destes, Mala representa os frutos das ações realizadas em nascimentos anteriores e é a causa de ashanthi (inquietação mental). Até que você o elimine, ele dará origem a problemas e tristezas. Quando você se livrar do fardo dos maus efeitos do karma ou ação passada, você poderá alcançar a paz. Para se livrar de Mala, você deve se envolver em tarefas sagradas. O Senhor julga-o pela sinceridade de seus pensamentos e não pelas formas de sua adoração. O Senhor vê sua devoção (bhakti) e não seu poder (shakti). Ele se interessa por suas qualidades (gunas) e não por sua casta, credo ou linhagem (kula). Ele considera seu coração (chittam) e não sua riqueza (vittham). Você deve se esforçar para purificar seu coração e se envolver em ação correta, com devoção e integridade. Nenhuma disciplina espiritual (sadhana) servirá a seu propósito, se você estiver envolvido em atos pecaminosos. (Discurso Divino, 17 de março de 1983)

Fonte: http://www.sathyasai.org.br/
Canal Youtube: Sai Love

POR QUE NÃO COMPREENDI ISTO ANTES?




POR QUE NÃO COMPREENDI ISTO ANTES?
Mensagem de Jennifer Hoffman
26 de Maio de 2015


Você está pronto para a última semana de Maio?
O seu dedo está posicionado para apertar o botão “Concluí”, tão logo ele termine?

Bem, não fique muito animado porque ele não terminou ainda e temos ainda uma semana de energia interessante que nos levará pelo caminho da decepção e da ilusão, da visão e da percepção, o que pode nos levar a apertar o botão de “reiniciar”, algumas vezes, antes que tudo acabe.

Nossa missão é alcançar um pico crítico e até que possamos avançar, temos que estar dispostos a assumir a responsabilidade de fazermos o que nunca foi feito antes, de nos tornarmos o que nós nunca fomos, e fazermos o que nunca fomos capazes de realizar até agora.


Estamos preparados, mas não muito a ponto de entrarmos neste grande vazio ainda, pois estamos ainda digitando as conclusões que envolvem o passado e velhas lições. E parte disto envolve a nossa compreensão do tempo e do fluxo e se poderíamos ter feito as coisas de forma melhor, mais rápida, com mais graça e tranqüilidade e menos dor.

Há uma maneira de fazermos isto e este é o tema da mensagem desta semana.

POR QUE EU NÃO COMPREENDI ISTO ANTES?

No final de qualquer experiência ou lição de vida, nós nos perguntamos invariavelmente “Por que eu não fiz ou não compreendi isto antes?” Não é fácil pensarmos que poderíamos ter feito algo melhor, com mais rapidez, ou mais facilidade depois que passamos por isto?

Por que, uma vez que compreendamos uma lição, ou cheguemos a um novo nível de compreensão, nós nos esquecemos de onde começamos e não conseguimos descobrir por que isto levou tanto tempo para chegarmos ao final?

O tempo se condensa a este ponto de compreensão e tudo que o precede parece um enorme desperdício de tempo. Então, nós nos julgamos e nos criticamos por termos sido tão estúpidos, porque naquele momento tudo parece muito fácil e claro. Não podemos descobrir porque não conseguimos chegar nesta compreensão mais cedo, mas isto foi tudo parte do processo.

Quando eu trabalho com os meus clientes no treinamento, eu os incentivo a ouvirem a gravação de sua primeira sessão ocasionalmente, para que eles sejam lembrados de onde eles começaram e quanto progresso fizeram. Isto os ajuda a manter uma perspectiva sobre o seu processo de transformação.

Cada parte de qualquer jornada segue o caminho certo e melhor, cada etapa é importante, e todas as etapas juntas nos ajudam a chegar a um novo ponto de consciência. A jornada não poderia ter sido mais curta, menos dramática ou menos dolorosa, e fizemos o que precisávamos fazer, para que pudéssemos chegar aonde precisávamos estar.

Há três partes para qualquer experiência ou lição de vida: processo, tempo e ritmo.

Processo é como os elementos devem se encaixar, na ordem melhor e mais adequada, de modo que alcancemos o aprendizado, a cura, o crescimento e a transformação que precisamos e queremos.

O tempo é o limite físico que colocamos no processo, a maneira com que filtramos e atraímos a energia através de nossas crenças e emoções, para que possamos compreender tudo e o alinharmos com a nossa própria compreensão.

E o ritmo representa o fluxo de energia em uma ordem experiencial, assim situações e eventos são ordenados de acordo com as nossas necessidades e crescimento. As coisas realmente se encaixam como dominós, mas na ordem que determinamos, pelo que precisamos aprender.

Não podemos passar por qualquer experiência ou lição sem estes três elementos e não podemos fazê-los se moverem com mais rapidez (ou mais lentamente) também. Processo, tempo e ritmo trabalham juntos como preparar um bolo.

Poderia ser fácil despejar um grupo aleatório de ingredientes em uma vasilha, em uma ordem ao acaso, colocá-lo no forno por um período de tempo ao acaso e chamá-lo de bolo. Provavelmente, ele não teria a aparência ou o sabor de um bolo, porque há um processo para o preparo de um bolo que deve ser seguido, começando com os ingredientes certos, colocá-los juntos na ordem e ritmo certos, e assado por um período de tempo especificado.

E há um processo para as lições de vida que deve ser seguido também, que seguimos inconscientemente para que possamos ter o nosso bolo, por assim dizer, e, então, apreciá-lo. Mas, no momento em que chegarmos ao final do processo, esquecemo-nos de onde começamos e pensamos que foi tudo um uso inadequado de nosso tempo.

Não foi, e cada elemento de cada experiência desempenha um importante papel em nosso aprendizado, em nossa cura, crescimento e transformação. Então, podemos evoluir para um novo nível de consciência porque o “velho” já não mais nos convém. E, então, podemos ter o nosso bolo e comê-lo também, e será aquele que desfrutaremos do início ao fim.

Mas, é um processo, que segue certos termos e condições. Envolve uma regulação detalhada do tempo e requer tanto tempo quanto precise, ou melhor, tanto tempo quanto precisarmos. E quando percebermos o resultado como um novo início, uma nova página em que podemos escrever a história de nossa escolha, estaremos menos inclinados a começar o primeiro parágrafo de como estávamos muito lentos, inconscientes ou descoordenados, para chegarmos neste ponto com mais rapidez.

O que você acha que poderia ter feito melhor, com mais rapidez ou com mais facilidade em suas experiências ou lições de vida?

Você pode identificar algumas das etapas que você julgou como desnecessárias em seu processo de aprendizagem?

Anote-as e pretenda evitá-las da próxima vez, conscientizando-se do seu potencial e criando um resultado mais elevado. Não se julgue e nem se critique pelo que fez ou não. Anote o que você quer evitar, assim quando a situação chegar novamente, você estará preparado para fazer uma escolha diferente que lhe permitirá fazer um belíssimo bolo e comê-lo também.

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

terça-feira, 26 de maio de 2015

SATHYA SAI BABA - 25.05.2015



Enquanto uma pessoa estiver cheia de orgulho, ninguém, nem mesmo o seu cônjuge e filhos, vai amá-la. Você deve descartar seu ego e arrogância, mesmo de ser amado por sua própria família. Você certamente sofrerá dor e miséria enquanto estiver propenso a ter raiva. É somente quando desistir da raiva que poderá ser feliz. Enquanto continuar multiplicando seus desejos, você continuará a passar necessidades. Controle seus desejos e você alcançará prosperidade. A ganância torna uma pessoa infeliz e miserável. Quando a ganância e a avareza são abandonadas, você pode levar uma vida agradável e pacífica. A raça humana, o mundo inteiro e os objetos nele estão interligados pelo vínculo do amor. Deus é amor e reside no coração de cada um como a personificação do amor. Com base nesta verdade nós oramos: "Samastha-Loka-Sukhino Bhavanthu" (Que todos os seres, em todos os mundos, sejam felizes). (Discurso Divino, 17 de julho de 1997)

Fonte: http://www.sathyasai.org.br/
Canal Youtube: Sai Love

O EQUILÍBRIO ENTRE O QUE QUEREMOS E O QUE A VIDA QUER DA GENTE




O EQUILÍBRIO ENTRE O QUE QUEREMOS
E O QUE A VIDA QUER DA GENTE
Por Rodrigo Durante


Apesar de tudo o que já lemos e ouvimos sobre a ascensão, a maioria de nós ainda não sentiu aquele estalo, não tivemos ainda a percepção necessária para a mudança que buscamos. Mantemos ainda os mesmos referenciais de sucesso distorcidos, buscando fora da gente sinais de que estamos no caminho certo.

Continuamos acreditando que temos algo para conquistar que nos trará segurança, conforto ou felicidade e, mesmo que já tenhamos lido e ouvido de tudo, ainda tem uma parte nossa que quer ser um super-humano, um ser que faz tudo e só o que quer, que vive em um mundo onde nada ruim chega a ele, que cura a todos ou que é capaz de transformar mundo. E a ilusão permanece escondida até nas motivações mais altruístas pois o âmago da questão ainda não foi bem compreendido.


Estamos deixando esta velha matriz para entrarmos em uma nova fase de amor, abundância e felicidade, mas ainda não nos demos conta de que os antigos símbolos disso não fazem parte da solução que estamos perseguindo.

Nesta interminável busca, nos submetemos a um desgaste excessivo de energia tentando concretizar na base da força todos os nossos sonhos, seja a estratégia o trabalho árduo em uma profissão ou mesmo a dedicação com afinco a alguma filosofia espiritual, o objetivo é sempre o mesmo, transformar nossa realidade externa.

As faltas e inseguranças quanto ao dia de amanhã ainda nos fazem sofrer e o medo ainda está por trás da maioria dos nossos sonhos e desejos, inclusive o da ascensão.

Somos todos extremamente identificados com este “jeito Mc Donald’s de ser”, onde todas as cores, aromas e sabores só nos levam ao desejo de consumir o próximo lanche que nos fará feliz. E isso não falo (somente) em relação a comida mas a tudo, coisas, família, relacionamentos, condição e aparência física, divertimentos, profissão e até mesmo religião.

Sempre o amanhã é mais atraente do que hoje, o próximo será melhor que este, sempre haverá uma necessidade a ser preenchida.

No caso da religião então estas antigas formas de funcionamento são mais sorrateiras ainda, pois nos prendem inconsciente e ciclicamente na ilusão de que receberemos alguma coisa lá de cima se formos bons e perfeitos o suficiente.

Nos fazem acreditar que alguma prática devocional fará com que algum Mestre se apiede de nós e faça em nosso lugar todo o trabalho de descobrirmos nossa própria Essência Divina que cabe a cada um de nós fazer.

Isso é percebido principalmente nos centros, onde as carências por pessoas afins nos reúnem em práticas que trazem ao nosso ego a sensação de dever cumprido, de sermos bons e “espirituais”, como se algo em nós pudesse de alguma forma não ser espiritual.

Com a disciplina e foco em nosso aprendizado, nossa capacidade de entendimento se incrementa e assim passamos a não caber mais nos moldes da religião, o que poderia ser muito produtivo se não estivéssemos presos na busca sistemática da próxima verdade que nos salvará.

Nos comparamos com quem fomos no princípio de nossa busca espiritual e nos acreditamos já em outro nível de consciência, nossas bíblias evoluíram para canalizações mas, por mais elevada ou sofisticada que uma mensagem nos pareça, encará-la com a mesma mentalidade vitimista, limitada e medrosa de sempre não trará nenhum benefício extra ao fiel, pois nossa forma de pensar continua primitiva.

E, assim, as frustrações permanecem... a ansiedade, o medo, as culpas e negligências com a gente mesmo, a falta de amor próprio, o vitimismo, a depressão, a doença, o baixo astral enfim, tudo aquilo que o dinheiro, família, filhos, marido, mulher, cachorro, viagens, aparências, “evolução espiritual” ou qualquer que seja o sonho não são capazes de suprir ou nos proteger.

O que não entendemos ainda é que a transformação é interna e que durante este processo não há parâmetros externos que possam representar isso.

Tudo de bom que queremos virá, é nosso direito, mas não mais para nos trazer segurança, felicidade ou para evitar que nos encontremos com partes nossas que negamos ou tememos. As dificuldades e frustrações permanecerão por este período de desconstrução e desidentificação com o externo que é tão necessário senão fundamental para nossa completa transformação.

Minha vida também deu (e ainda dá) muitas reviravoltas até eu virar um canal de cura espiritual, coisa que eu nem sabia que existia e nunca havia passado pela minha cabeça antes. Ainda hoje tenho dificuldade em compreender este equilíbrio entre o que queremos e o que a vida quer da gente.

Infelizmente, enquanto não aprendemos a enxergar a vida da maneira correta, nosso caminho será cheio de frustrações.

Mas isso não precisa ser tão ruim nem tão sofrido.

O sofrimento é a resistência ao ensinamento, a insistência em relacionar a realização com algo fora de nós. Aos poucos então vamos aprendendo que o dia-a-dia é mais importante que atingir uma meta específica e que Deus colocou no momento presente tudo o que precisamos para sermos felizes.

Não há um só momento em nossa vida em que já não tenhamos tudo de bom dentro da gente.

Então, prestando atenção nisso, conseguimos parar para respirar e sentir que apesar das circunstâncias muitas vezes catastróficas ao nosso redor, nosso coração ainda pode vibrar em amor e fé, nada é mais importante que isso.

Nada externo poderia nos trazer esta vivência, esta percepção da verdade mais profunda do que somos. A vibração natural de nosso Ser se assemelha a plenitude, a aceitação incondicional, a comemoração e ao entusiasmo. Nós podemos voltar a isso no momento que decidirmos.

É necessário, então, uma mudança corajosa e radical na busca pela satisfação, na maneira de encararmos os acontecimentos da vida.

Estamos lidando com mecanismos de busca de prazer e satisfação externa muito antigos e profundos que fazem-nos acreditar que sempre falta algo, que sem alguma coisa que precisamos conquistar não conseguiremos ser felizes.

Eles criam a carência, a ilusão da falta, da necessidade de algo ou alguém. Pintam o mundo de ouro aos nossos olhos, principalmente aquilo que ainda não faz parte da nossa vida.

Estão constantemente colocando o prêmio longe de nós para que continuemos alimentando-os com nossa energia e, assim, passaremos a vida perseguindo coisas que na verdade nunca precisamos. Estamos vivendo uma vida que não é nossa, uma vida imaginária infinitamente abaixo do nosso Potencial Divino, que é altamente perturbadora.

Vou usar como exemplo quando uma pessoa começa a assistir um seriado ou uma novela. Ela vai se identificando com a história, criando expectativas de satisfação para os personagens baseadas em seus próprios valores, carências e frustrações, até sinapses cerebrais são criadas para este mecanismo acontecer.

Ela desejará que o personagem faça ou concretize alguma coisa que representa algo que ela gostaria de viver em sua vida. Com o tempo estas sinapses e expectativas ganham força e acabam adquirindo um papel central na busca pela felicidade daquela pessoa, dominando sua consciência de forma que ela organiza a sua vida para que não perca um só capítulo.

Ela projeta sua realização fora, fica na torcida, gera emoções, sofre, reza, sua, se frustra e depois de alguns meses por fim brevemente se realiza, pelo menos até a próxima novela.

O mesmo acontece com a gente, em um nível macro, mas de forma muito natural e imperceptível.

Por se tratar de algo que consideramos normal e necessidades comuns a todos, dificilmente paramos pra pensar que casa, trabalho, dinheiro, sexo, viagens, família e religião também são estímulos externos altamente viciantes que nos desviam o tempo todo de nosso único objetivo de nos iluminarmos, de mudar totalmente para um paradigma interno e centrado no Ser, de sermos quem realmente fomos Criados para ser, em todo nosso potencial.

O segredo então não é negar as coisas boas da vida, pelo contrário, é usufruir ao máximo de todas, mas não sendo possuído por elas e pela ideia de que alguma segurança ou satisfação concreta e definitiva poderá vir delas.

Esta forma efêmera e limitante de se viver ainda é reforçada por jargões populares como “a vida é feita de altos e baixos”, ou “a vida é uma sucessão de sucessos e insucessos que se sucedem sucessivamente”, insinuando que, de alguma forma, as oscilações entre a alegria e a tristeza, a bonança e a falta são algum tipo de equilíbrio.

Foi assim que por milênios vivemos a vida, até que nossa consciência começou involuntariamente a se expandir e as alegrias mundanas não puderam mais preencher o grande vazio que insistíamos em manter escondido.

Por mais paradoxal que isso pareça, nos desidentificando da satisfação externa nossa relação com a vida será de puro amor, mas porque voltados 100% para dentro nós já seremos o puro amor.

O aproveitamento da vida então se torna um estado de constante gratidão por tudo o que se manifesta, seja bom ou ruim, tudo passa a ter um aspecto mágico e sagrado.

Neste estado somos também capazes de estar 100% presentes naquele momento, sem preocupações com as faltas de amanhã, sem criar expectativas sobre o outro e o mais importante, permitindo-nos enxergar as coisas e os outros como realmente são.

Nosso coração e o próprio planeta agora impulsionam aqueles que estão prontos para esta nova esfera de amor e luz que estamos integrando em nossas vidas.

"Meu reino não é deste mundo", já disse alguém bem sábio há 2000 anos. Ele era o próprio amor falando, a sabedoria da esfera Crística nos dizendo que o coração é o caminho, a verdade e a vida.

A vida centrada no coração é o único ponto de equilíbrio.
A necessidade que temos de nos satisfazer com coisas e objetivos é que nos desequilibra.

Deus nunca criaria um ser incompleto, que precisasse de alguma coisa comprável ou realizar alguma meta para ser feliz. Precisamos pois aceitar e compreender esta parte Divina, nosso Eu natural, este que funciona com a natureza e que é parte dela, este que respira e sente junto com o planeta e todos os seres vivos.

Deus está fluindo em nós e pode ser percebido em nosso coração se não o escondermos com nossos pensamentos medrosos e separatistas.

Nossa mentalidade evoluiu, nosso corpo evoluiu. Estamos vivendo momentos mágicos em nosso planeta, todas as dimensões estão acessíveis para nós. Diante da intenção mais simples o universo já põe em movimento os sincronismos necessários para que concretizemos o que nossa alma busca.

O rompimento com a velha matriz é iminente. Mesmo quem não busca este tipo de informação está sofrendo este processo, o cerco está se fechando para que os caminhos se convirjam para dentro. Não há mais nenhum lugar para chegar nem nada pra fazer.

Tudo já esta aqui. Tudo o que? Eu Sou. A consciência. Só isso. A consciência é tudo. O resto foi um jogo, toda essa busca foi uma brincadeira que escolhemos passar para chegar a conclusão que Eu Sou.

Se quisermos continuar quebrando a cabeça para mudar o externo ou mesmo destrinchar nossa personalidade inteira (e ninguém quer, acreditem, todos querem que algum Mestre resolva isso) nós podemos fazer isso, mas o caminho é infinito. Sempre vai aparecer alguém na nossa vida que nos mostra alguma sombra nossa. Sempre vamos nos achar imperfeitos em algo e sempre haverá algo para curar.

Uma ótima maneira de começar a transformação é com algo que fazemos mas não gostamos de fazer, por exemplo lavar louça.

Pensem, por que nosso prazer tem que estar associado a isso? Se nós já expandimos nossa consciência para todo o espectro de emoções e sensações, já temos condições de nos sentir melhor a todo instante, de estar bem com a gente mesmo o tempo todo, não importa o que estejamos fazendo ou esteja acontecendo.

E assim começa esta mudança, esse desidentificar de tudo. Nossos chakras se transformam, nossos meridianos fluem em frequências mais altas, teremos momentos de êxtase durante o dia sem fazer nada para isso.

Tudo começa mudando nossos pontos de vista sobre o momento presente, sobre tudo o que vemos negativamente. Depois começamos a entregar para Deus todo o controle das coisas e escolhemos conscientemente ficar bem com a gente mesmo. Tudo esta nas mãos de Deus, nada que acontecer pode ser ruim, tudo serve para nossa ascensão.

Os momentos iniciais de entrega precisam de muita coragem pois a sensação que dá é de perder totalmente o chão ou qualquer referencial que nos dizia porque nossa vida valia a pena.

Estamos aqui abandonando a ideia de criar um ambiente seguro e controlável onde não precisamos sair daquilo que idealizamos como as condições perfeitas de paz exterior, aquelas que têm há eras tentado nos poupar de enfrentar os medos que nos separam da verdadeira paz interior.

Estamos entrando em terreno inexplorado, nossos mecanismos de satisfação não podem criar uma nova ilusão de controle aqui. Aqui não teremos mais dúvidas de como agir para conseguir tal coisa ou qual o melhor caminho, porque tanto faz o que a gente vai fazer, o coração deve estar presente em tudo e para isso o único caminho é para dentro.

O segredo é estar bem no aqui agora.
Estando bem tudo vai acontecer para continuar bem.

O universo está constantemente nos trazendo mais daquilo que focamos e acreditamos.

Por isso não precisamos buscar mais nada, o momento é de nos retirarmos deste jogo, de nos colocarmos acima das necessidades de realização fora de nós mesmos.

A ascensão ao coração abraça e acolhe tudo dos chakras abaixo do cardíaco. Uns dizem que os chakras se unificam, outros entendem que o coração envolve o resto. Eu entendo isso como a (re)união com Deus e a saída da dualidade.

A totalidade não é ter tudo na matéria, mas viver a plenitude do Ser.

É muito interessante porque já nos primeiros grandes insights percebemos como tudo o que perseguimos, até a ascensão, são pura ilusão da mente que busca satisfação de carências que nunca existiram.

Não há o que evoluir, já estamos e sempre estivemos prontos.

Não há o que curar, nem em nós e nem no mundo, todo o Divino já está e sempre esteve aqui disponível para todos.

Neste estado, as palavras tornam-se desnecessárias, tampouco representam o Ser. As questões da mente não nos incomodam mais, são apenas ecos de uma vida imaginada. Percebemos que a paz não é não querer mais nada, mas quando nosso querer já se tornou uma premonição exata daquilo que o universo está providenciando para nós.

De qualquer forma, posso assegurar que a sensação é boa.
E isso não é nosso estado final, muitas coisas novas ainda surgirão daí.

O mais interessante é poder observar nossa mente de um ponto desidentificado dela, podemos perceber que nada e nenhuma busca jamais teve sentido real algum. Não da para saber de onde nossa mente tirou tanta conclusão, da onde a gente inventou que temos o controle de tudo, que precisamos controlar algo ou mesmo que precisamos ir de um lugar a outro. É uma rebeldia isso, uma competição com Deus.

É isso que fizemos o tempo todo, nós competimos com Deus. Não compreendemos ainda que nosso livre arbítrio é apenas entre aceitar de coração aberto ou resistir ao que aparece em nosso caminho. Este é o único controle que temos, mas aonde e por quais caminhos a vida nos leva é e sempre foi a Vontade de Deus.

É como surfar, não controlamos a maré e tampouco podemos dizer para onde a onda vai nos levar. Mas podemos focar em nosso equilíbrio e aproveitar cada momento com manobras criativas e gratificantes que servirão de base para o próximo momento, que será sempre uma surpresa.

Semana passada tive dias bem cheios, com vários atendimentos urgentes além de muitos e-mails longos para responder. Certo dia, uma energia muito velha e sofrida do meu chakra básico começou a aflorar pra ser tratada junto com algumas sessões de Terapia Multidimensional sincronisticamente providenciadas pelo universo, isso foi aos poucos se acumulando e um dia eu fiquei mal.

Mas quando me preparava pra dormir pensei ok, agora vou entregar tudo, qualquer expectativa de algo diferente do que estou vivendo agora, qualquer sonho de uma vida diferente dessa.

Agora (falando amorosamente com este aspecto do meu básico) imagina se sua vida é só isso mesmo, você só tem isso e nada vai mudar... o que você vai fazer? Vai ficar sofrendo? Não é melhor aproveitar o máximo que você puder com o que você tem? Escolher amar o aqui agora? Amar você mesmo, seu corpo, sua casa, sua família, sua história, amar tudo? Você acha que existe algo no mundo com uma vibração ou sensação melhor do que o amor?

E assim minha vibração mudou na hora, instantaneamente.

Este mecanismo antigo que busca realização no externo precisa ser enfraquecido, temos que aos poucos ir tirando nossa atenção dele para que ele perca a sua força e assim nos devolva a nossa vida.

Infelizmente enquanto buscarmos este equilíbrio e realização nas coisas externas nos depararemos ainda com muitas frustrações, decepções e desilusões. O trabalho é árduo mas esta desconstrução é necessária.

Todos nós que buscamos há algum tempo estes tipos de informação já temos tudo saltitando em nosso consciente. Logo tudo isso se organizará e assimilaremos o que precisamos, todas estas informações se encaixarão mudando nossos pontos de vistas e paradigmas. A realização de que somos a fonte de tudo se tornará clara e tudo fluirá mais facilmente, mas não como imaginamos hoje.

A busca sofrida se ameniza com o surgimento do reconhecimento e a gratidão por tudo de bom que já recebemos e já estamos vivendo. A forma de diminuirmos nossa ansiedade é esta, reconhecer o que já temos, já conquistamos e o quanto já mudamos.

Reconhecer tudo o que nos preocupava e que não aconteceu, ou o que aconteceu mas sobrevivemos e o principal, o quanto já podemos largar de todas as nossas antigas preocupações pois já estamos em uma nova fase, já somos outras pessoas e estamos vivendo em um novo mundo.

Vibracionalmente, um sonho representa uma sensação, alguma emoção que queremos sentir em nossas vidas. Algo que nos trará alegria, segurança, conforto, completude. Às vezes os sonhos não se realizam da forma que pedimos, mas internamente os acontecimentos vão nos transformando, estas sensações do sonho já estão se tornando reais e suas vibrações mais próximas de fazerem parte de nosso "normal", não precisando mais de saltos extraordinários para atingi-las.

Quando a única possibilidade disponível e o passo seguinte mais lógico (para nossa alma) for sua concretização, este será o momento que ele se manifestará no físico, mas no caminho da criação consciente isso não acontecerá antes de passarmos por algum aprendizado e de tirarmos nossa dependência daquilo para sermos felizes.

A vida apresenta novos desafios a cada dia e o equilíbrio que buscamos nunca será em criarmos circunstâncias externas que nos protejam, mas em encontrar este apoio internamente, em nosso coração. Qualquer apoio externo é frágil e efêmero, nos traz um conforto momentâneo mas preserva o medo dentro de nós, fazendo com que a vida permaneça nos trazendo alguma forma de restaurar a nossa confiança original que não depende de nenhuma ilusão.

Tudo aqui é mágico e sagrado, não existe imperfeição alguma. Somos o maior milagre do universo. Somos o Grande Espírito eterno e infinito que virou pipoca e explodiu em matéria. A vida material é o nosso interior pipocando o tempo todo, manifestando externamente aquilo que vibramos.

Por enquanto, manifestamos aquilo que está entre nosso consciente e a Essência Divina em nós. Mas ao trazermos ao consciente o âmago de nosso Ser é isso que será manifestado, não mais sombras e ilusões, não mais buscas sofridas, carências e frustrações.

Nosso Eu Natural deve ser resgatado até que não sobrem dúvidas, até que todo medo seja transcendido, até que a única explicação possível seja Eu Sou, Eu Existo, ou de uma forma mais bem humorada, Eu Pipoco.

Namastê!

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Fonte - Ning Anjo de Luz
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